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Lei de pagamentos cria novo mercado de R$ 80 bilhões para os cartões

A partir de outubro, os pagamentos de fretes a motoristas de caminhão terão que ser feitos por meios eletrônicos, como cartões de crédito ou débito. A nova regra é da ANTT e já movimenta empresas de cartões e bancos, de olho no mercado bilionário. As estimativas apontam que o pagamento de fretes gira entre R$ 60 bilhões e R$ 80 bilhões por ano no Brasil, a maior parte de forma informal.

A ANTT, que editou a resolução em abril, já habilitou quatro empresas para operar como administradoras de meios eletrônicos de pagamento: Repom, Roadcard, GPS Logística e Gerenciamento de Riscos e a DBTRANS. Para operar no segmento, algumas dessas empresas estão buscando parcerias com bancos e bandeiras de cartões.

O objetivo da ANTT é formalizar o mercado de transporte rodoviário. Hoje, os caminhoneiros recebem como pagamento a chamada carta-frete, um papel informal que, embora adotado há mais de 50 anos, não é fiscalizado pelo governo. Na maioria das vezes, a carta é trocada por dinheiro em postos de combustíveis nas rodovias, com deságio. Também é comum os postos condicionarem a troca a um percentual de consumo no estabelecimento, que às vezes chega a 30% do valor da carta. “É um mercado novo que se abre para o setor de cartões, com volumes enormes de recursos”, avalia Rômulo de Mello Dias, presidente da Cielo, que faz cadastramentos do comércio para cartões.

A Repom já atua no pagamento de frete por cartões há dez anos, mas para atender às novas regras está se reestruturando e deve anunciar uma parceria com uma bandeira internacional de cartões. O objetivo é aumentar a rede de aceitação de seu cartão, que já foi usado por 400 mil caminhoneiros, conta Rubens Naves, presidente da empresa, que projeta a movimentação de R$ 3 bilhões este ano, um crescimento de 30% em relação a 2010. A bandeira Unik, da Rio Bravo Investimentos, gestora de recursos de Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, também entrou no mercado, em parceria com a DBTRANS, que já oferece o serviço há alguns anos. O presidente da bandeira, José Roberto Kracochansky, conta que o cartão será pré-pago carregado com o valor do frete e permitirá saques em caixas eletrônicos da rede Banco 24 Horas e uso como meio de pagamento nas estradas.

Segundo Marcelo Nunes, diretor comercial da DBTRANS, o cartão, chamado Rodocred Frete, poderá ser usado nos pedágios e em toda a rede credenciada da DBTRANS e da Unik, o que inclui vários supermercados e cerca de 300 postos de combustíveis em estradas. Também poderá ser usado para pagamento de contas e recarga de celular. “Nossa estimativa é conquistar R$ 1,8 bilhão em depósitos com o Rodocred Frete até o final de 2012”, diz Nunes. A GPS Logística (dona da marca Pamcary) atuará nesse mercado em parceria com a Roadcard. Segundo o presidente da GPS, Ricardo Miranda, desde 2004 a companhia oferece ao mercado um cartão para o pagamento de frete, o Pamcard, mas ele acredita que, agora, com a exigência da ANTT, o crescimento da demanda será muito forte. “Nossa meta é conquistar 30% desse mercado”, anuncia.

Jornal do Comércio - 21/09/2011

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